Em 2012 todos devemos ter uma ECO BAGS adquira a sua e faça parte do projeto SALVE O PLANETA !
Sacolas retornáveis ECO BAGS , peça a sua e faça parte do projeto SALVE O PLANETA !
Contato: ecobags@salveoplaneta.com ou ligue 11 5660 7335
Paulistanos terão de viver sem sacolinhas a partir de janeiro!
Com ou sem lei (que está suspensa), São Paulo vai banir as sacolinhas plásticas a partir de 25 de janeiro.
No lugar, o consumidor terá de se virar com ecobags retornáveis, caixas de papelão, carrinhos de feira ou sacolas biodegradáveis de amido de milho, vendidas a R$ 0,19.
Apesar de a eficácia da medida dividir ambientalistas (falta infraestrutura para decompor as tais sacolas biodegradáveis), as redes varejistas, o governo e a Prefeitura de São Paulo juntaram forças para vencer as resistências –a reação inicial do consumidor foi ruim nas pioneiras Jundiaí e Belo Horizonte.
Os consumidores reclamavam de pagar R$ 0,19 por algo que recebiam de graça, explodiu o consumo de sacos de lixo e houve bate-boca de quem não tinha como carregar as compras –principal argumento para derrubar na Justiça leis como a de São Paulo.
Nos próximos dias, começa a campanha com propaganda na TV e sacolas retornáveis gigantes afixadas nas ruas (terá uma na avenida Paulista, região central).
Os supermercados compraram mais de 100 milhões de sacolinhas biodegradáveis e reforçaram as encomendas das retornáveis duráveis –novo negócio até para grifes como Osklen e Cavalera.
A ideia é que o consumidor substitua o plástico não pela similar biodegradável, mas pela durável. Em Jundiaí, somente 5% do consumo “ressurgiu” nas biodegradáveis.
O fim dos plásticos motiva grito geral da indústria, que fatura R$ 1,1 bilhão e ameaça demitir 6.000 pessoas. Provoca “guerra de laudos” de diferentes tecnologias verdes, que tentam demonstrar emissão menor de CO2.
A sacolinha plástica entope bueiro, polui mananciais e vai parar no estômago de peixes nos seus mais de cem anos de vida. Com a biodegradável ocorre a mesma coisa, só que por até dois anos –em usina de compostagem (há somente 300 no país), são seis meses.
De cara, os supermercados vão economizar R$ 72 milhões mensais –valor dos 2,4 bilhões de sacos gratuitos.
Segundo João Sanzovo, diretor da Apas (Associação Paulista de Supermercado), a economia é desprezível perto dos gastos com propaganda, educação, coleta seletiva e treinamento de equipes.
“A sacolinha é uma comodidade para o supermercado. O fato de não ter uma indústria de compostagem não tira o mérito dessa iniciativa, que vai puxar outras.”
Unilever e Procter investem em produtos como detergentes concentrados, que usam menos água e precisam de frascos menores. Os alimentos tendem a vir em embalagens com menos papel.
Para atender a indústria, a Braskem criou um plástico verde, a partir da cana, e emite menos carbono. Esse plástico será usado nas ecobags retornáveis.
Peça a sua sacola Eco Bag em nosso telefone ou e-mail , 11 5660 7335 ou ecobags@salveoplaneta.com
Reciclagem da Sucata de Informática.
A agência de proteção ambiental dos Estados Unidos (EPA) alerta que 75% dos computadores em desuso nos Estados Unidos ainda estão armazenados em garagens e armários à espera de serem reutilizados, reciclados ou simplesmente jogados fora.
Um típico monitor de PC pode conter até 25% do seu peso em chumbo, por isso alguns estados dos EUA desenvolveram políticas que proíbem o descarte de qualquer lixo eletrônico, principalmente CRT’s (tubos de imagem), nos aterros sanitários.
Devido às fracas leis ambientais e trabalhistas, países da Ásia e África recebem e-waste muitas vezes ilegalmente, e usam métodos de incineração e eliminação descontrolada que, por conta do elevado grau de toxicidade de substâncias como o chumbo, mercúrio e cádmio, acabam por gerar graves problemas ambientais e de saúde pública.
Entre em contato conosco para retirada de sucata de informatica em sua empresa e faça parte deste projeto sustentável.
Contato: 11 5660 7335
E-mail: salveoplaneta@salveoplaneta.com
Educação Ambiental e Sustentabilidade.
Num artigo publicado na revista Sustentabilidade, Walter Gonçalves de Souza diz algo claro; mas que, todavia, ainda parece estar distante da nossa realidade nos dias de hoje: “Para pensar em sustentabilidade, devemos primeiro pensar em uma educação ambiental voltada para a sustentabilidade”.

Uma frase simples e que encerra todo um conhecimento e uma constatação muito simples: Muitas pessoas ouvem constantemente falar sobresustentabilidade; mas na verdade muito poucas sabem como levar uma vida mais sustentável ou o que isso significa. Desta forma, a criação de uma mentalidade sustentável nas pessoas e nas empresas passa, a princípio, pela criação de uma rede que seja capaz de fornecer a educação ambiental necessária para o correto entendimento e a criação de uma cultura de sustentabilidade que se espalhe por todas as camadas da sociedade.
Iniciar a formação de uma mentalidade sustentável e fornecer os conhecimentos necessários para isso deve se iniciar desde a mais tenra infância e assim que as crianças consigam compreender os conceitos existentes por trás deste tema importantíssimo. Isso permitirá que num futuro próximo, essas crianças se transformem em multiplicadores e, em um tempo mais distante, em adultos conscientes e competentes para buscar métodos e modelos de vida que garantam a sustentabilidade de suas casas e asustentabilidade de suas cidades. Exercendo o seu poder de pressão e de decisão sobre as empresas e sobre toda a sociedade em que vivem.
Essa educação ambiental e os conceitos de sustentabilidade devidamente arraigados e cultivados nos corações e nas mentes das futuras gerações; proporcionarão o poder necessário as massas para que exerçam a capacidade de regular o mercado e garantir que os aproveitadores e espertalhões de plantão sejam severamente banidos; garantindo uma sobrevida apenas para as empresas que sigam os preceitos da sustentabilidade na fabricação de seus produtos ou no fornecimento de seus serviços, ou seja, uma empresa sustentável. Assim, o poder do indivíduo transbordará para toda a sociedade e ganhará força, cada vez maior, pressionando as corporações a cuidar melhor e proteger o meio ambiente em que se inserem.
Esta é, sem sombra de dúvidas, a característica mais essencial e mais positiva e que, evidentemente, mais garantirá a continuidade de uma boa condição de vida para as gerações futuras. Uma correta educação ambiental eliminará a idéia errônea e egoísta de que “estamos sós”. E provará, até para os mais céticos, que tudo está interligado e que cada ação, negativa ou positiva, tem seus reflexos no meio ambiente que nos cerca. Quando o ser humano entender isso e todas as sociedades voltarem-se para a importância que representa levar uma vida mais sustentável; o mundo deixará de correr o grave risco que hoje corre de uma aniquilação pelo esgotamento de sua capacidade de manter nossas vidas no ritmo atual de exigências e de consumo que imprimimos, e quem sabe conseguiremos ter um planeta sustentável.
Desde que o homem está sobre a terra, nós estamos consumindo e destruindo o ambiente que nos cerca e nos provém a vida. No entanto, nos dias atuais, já somos capazes de criar um entendimento e perceber que esse comportamento acabará por exterminar nossa sociedade e nossa raça. Temos, portanto, o dever de prover as gerações que se apresentam e as futuras, os meios necessários para compreender os desafios e os problemas e contribuir de forma decisiva para a solução e para a busca de novos horizontes quando o assunto é sustentabilidade ambiental.
E esta; pode acreditar, é uma decisão de vida ou de morte.
Matéria: http://www.ecologiaurbana.com.br/conscientizacao/educacao-ambiental-sustentabilidade/
O jeito de apagar a luz!
Carlos Pachelli, dono da Trampoo, empresa paulistana de reciclagem de lâmpadas, quis entender melhor os motivos do crescimento de 2011 – a receita da Trampoo neste ano deve chegar a 2,7 milhões de reais, 30% mais que em 2010
Veja as razões apontadas por um estudo feito pela empresa:
![]() |
O MOTIVO DE CADA UM
Qual é a razão principal que leva os clientes da Trampoo a contratar o serviço de descarte de lâmpadas que a empresa oferece
44% – Obtenção de certificados de qualidade
34% – Rotina
20% – Política interna
2% – Exigência da legislação
Fonte Trampoo
NA PONTA DO LÁPIS:
A conta do espaço vazio
Uma pesquisa internacional feita pela Regus, administradora inglesa de escritórios, mostrou que cerca de 40% do espaço de trabalho fica ocioso. “É um consumo de recursos alto demais, sobretudo para as pequenas e médias empresas”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus no Brasil. “Adequar o espaço às necessidades e possibilidades da empresa pode reduzir custos.” Calcule o custo do desperdício .
*Com reportagem de Bruno Vieira Feijó, Camilla Ginesi, Carolina França, Christian Miguel e Katia Simões
Empresas da Alemanha investirão 560 bilhões de euros em painéis solares no Saara
Vinte empresas da Alemanha, que se juntarão no mês de julho sob o nome de Desertec, planejam gerar energia solar no norte da África para as necessidades energéticas da Europa.
560 bilhões de euros para construir painéis solares e desenvolver a estrutura necessária para um projeto que, até agora, apenas era uma boa teoria.
A informação foi publicada no jornal alemão, onde especificam que os painéis ficarão em vários países do norte africano ocupando parte do enorme deserto do Saara.
Torsten Jeworek, membro da empresa de seguros Munich Re, acredita que Espanha e Itália também poderão formar parte do projeto, assim como falou de sinais positivos do norte da América.
O projeto poderia fornecer o 15% da energia necessária no continente europeu e poderia ser realizado em “apenas” 10 anos.
Recarregue seu notebook dentro da mala

A Voltaic System anunciou uma mala para notebook que faz sua recarga através de painéis solares.
Em uma hora de sol, a mala recarrega seu notebook por 20 a 45 minutos, o que é bastante considerando as gambiarras solares que vemos por aí. E, além de recarregar notebooks, a mala ainda pode recarregar celulares, câmeras e qualquer outro gadget que você queira.
O preço de U$499 (R$1222,00) não agrada muito o consumidor padrão de notebooks, mas para quem tem grana nesta crise, vale a pena a aquisição!
Link: Voltaic Generator solar bag now shipping, capable of charging a laptop (BoingBoing)
Cemitério na Espanha é fonte de energia solar para a cidade

Nos arredores de Barcelona, na Espanha, existe um povoado chamado Santa Coloma de Gramenet, onde as pessoas são muito trabalhadoras e onde nos mausoléus de seu cemitério colocaram painéis solares, tornando desse jeito um lugar de descanso perpétuo num centro de energia virtualmente inesgotável.
A energia gerada pelos 462 painéis, equivalente à consumida anualmente por 60 casas, é enviada à rede local para seu consumo público.
Os painéis, que apontam para o sul para assim captar a maior parte da luz do Sol entraram em funcionamento na quarta-feira da semana passada, marcando o início de um projeto que demorou três anos em ser implementado.
Continuar Leyendo “Cemitério na Espanha é fonte de energia solar para a cidade” »
Consumo de carne prejudica meio ambiente apontando a pecuária como o principal agravante do Aquecimento Global. Parte 1
Documentário que retrata as conseqüências do consumo da carne principalmente em relação ao meio ambiente, apontando a pecuária como o principal agravante do Aquecimento Global, até mesmo mais responsável pela devastação ambiental do que todos os meios de transporte do planeta juntos, segundo dados do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas). É uma resposta ao documentário “An Inconvenient Truth” (Uma Verdade Incoveniente), protagonizado por Al Gore, que trata de muitas causas do Aquecimento Global, mas que deixa a questão da pecuária de lado (por motivos políticos). Também aborda questões sócio-político-econômicas como a questão alimentar e surpreende quando prova que a pecuária é responsável direta pela fome no planeta. Assista e se surpreenda com o que somos capazes de prevenir apenas transformando nossos hábitos alimentares, mesmo que não completamente.
Combustível Verde .
Cadeirão para bebês feito de papelão.
O fabricante, o designer australiano Anthony Dan, garante que o produto é resistente. Saiba mais
Simone Tinti
Um designer australiano inventou mais uma maneira de estimular os pais a serem consumidores conscientes. Como alternativa aos tradicionais cadeirões, Anthony Dan, responsável pela marca eco Paper Tiger, criou um modelo especial, feito de papelão reciclado.
E você deve estar pensando que um cadeirão feito de papelão deve ser frágil, mas o fabricante garante que o produto é resistente. Com estruturas triangulares de dobras, também se mostra fácil de guardar, transportar e de ser montado novamente. Outra vantagem: o cadeirão pode ser personalizado da maneira que você – e seu filho – quiser. Só fique atento aos sucos e às papinhas que serão derramadas pela criança na hora da refeição…
Para mais informações sobre vendas pela internet, consulte o site da empresa.
Greenpeace | Iceberg?

Com o aquecimento global, já não é mais novidade para ninguém que as geleiras estão derretendo. Nesse filme, o Greenpeace mostra de forma trágica uma das consequências desse grave problema que compromete todo o planeta. Confira:
Parabéns ao GREENPEACE PELO VIDEO.
Cristiano Canuto
Papel Semente uma novidade que vai brotar !
- Criado para promover a reinserção social de portadores de transtornos mentais por meio do trabalho, o Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, uma ação de responsabilidade social que reúne a iniciativa privada, o poder público e o terceiro setor (Pfizer, Prefeitura de Guarulhos e Associação Cornélia Vlieg) lançou uma novidade esse ano: a confecção de papel a partir de sementes de grama .
Ecologicamente correto, o papel, depois de utilizado, é cultivado na terra como qualquer outra planta e brota. A iniciativa de reproduzir a idéia em Guarulhos partiu da socióloga Rosemeire de Almeida, monitora das oficinas de papel do Tear, para atender uma solicitação da rede Wal-Mart, cliente do projeto, que tomou conhecimento desta criação na Inglaterra. Diante do desafio, ela e o grupo de oficineiros realizaram várias experiências e chegaram ao produto final.
Rosemeire explica que o papel tem um tempo curto de decomposição, desfazendo-se na terra no período de 10 a 12 dias. “Como neste caso o papel é recheado com sementes de grama, estas permanecem vivas durante todo o processo de fabricação e de utilização do material. Por isso, plantamos papel e nasce grama”, ensina a monitora, que também produz papel a partir de fibras retiradas de folhas de alface, de cascas de cebola, do tronco da bananeira, do coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.
A diferença de produzir o papel com fibras e com sementes de grama está no tratamento químico, processo pelo qual a mais nova invenção não precisa passar. As vantagens são muitas, explica a monitora: “é uma prova viva de que as pessoas precisam reciclar, cuidar do meio ambiente e da natureza, porque ela sempre responderá positivamente”, ressalta.
O custo para produzir o papel a partir de sementes de grama é o mesmo da fabricação com fibras: equivale a aproximadamente noventa centavos por folha.
O material, assim como vários outros produtos confeccionados pelos pacientes atendidos pelo projeto, pode ser adquirido na sede do Tear, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, na rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, na Vila Moreira (Guarulhos).
Outra empresa fabricante do PAPEL SEMENTE,
O Grupo Eco traz ao mercado promocional uma novidade que vai brotar: o Papel Semente. O Papel Semente é um papel artesanal, 100% biodegradável, que quando plantado e cuidado corretamente, tem suas sementes germinadas e se transformam em hortaliças como rúcula, agrião e cenoura.
Na sua produção, fibras da bananeira são selecionadas, cortadas e fervidas e depois entram em processo de bateção, gerando assim a pasta para ser desenvolvido o papel. Em seguida, as sementes de hortaliças são incrustadas à pasta que se transformará em folhas de papel após serem prensadas e secas ao sol.
O Papel Semente é produzido por uma comunidade empreendedora e parceira do Grupo Eco em Itariri, no Vale do Ribeira em São Paulo gerando 16 empregos diretos. “Fiquei impressionada com a excelente receptividade que o papel teve em São Paulo, no evento de lançamento da nova linha de produtos do Grupo Eco. É muito gostoso receber tantos elogios e incentivos para nosso projeto” diz Genilda Morais, líder da comunidade de Itariri.
São inúmeras as possibilidades de uso desse papel, desde convites e envelopes, Kits Plante & Cultive, envelopes, até peças que podem ser criadas, desenvolvidas e customizadas com o Papel Semente.
Gostaria de adquirir , entre em contato: salveoplaneta@salveoplaneta.com
FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE ocorrerá no HOTEL TROPICAL em MANAUS de 24 a 26 de março de 2011
Fonte: Agência Internacional de Notícias SOECONOMIAPor PAULO FRANÇA |
60 MINUTOS PARA O NOSSO PLANETA.
PAULO FRANÇA do SOECONOMIA no II FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE: Terceiro Boletim (26 de março)
http://captacao.org/recursos/images/stories/so_economia_02.png www.soeconomia.com.br Agência Internacional de Notícias (*) Por PAULO FRANÇA (**) Publicado em 26/03/2011 – 10h35min (horário de Brasília) paulofranca@soeconomia.com.br twitter.com/soeconomia Cobertura Especial do II FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE em Manaus (Estado do Amazonas, Brazil) APOIO: TAM LINHAS AÉREAS EMPRESÁRIOS E PALESTRANTES DO 2° FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE FALARAM SOBRE INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS NAS EMPRESAS Adoção de combustíveis limpos e investimentos em tecnologias alternativas estão entre as características das companhias do futuro, segundo especialistas que participaram do evento O debate sobre as alternativas para os problemas enfrentados pela iniciativa privada no que se refere ao meio ambiente deu o tom das discussões de ontem (25/3) no 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade, realizado pela Seminars e promovido pelo LIDE (Grupo de Líderes Empresariais), em Manaus (AM). Pela manhã, quatro workshops abordaram soluções para temas como água e florestas, construções, conservação das florestas e descarbonização da economia.
www.soeconomia.com.br
Papel Semente uma novidade que vai brotar !
- Criado para promover a reinserção social de portadores de transtornos mentais por meio do trabalho, o Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, uma ação de responsabilidade social que reúne a iniciativa privada, o poder público e o terceiro setor (Pfizer, Prefeitura de Guarulhos e Associação Cornélia Vlieg) lançou uma novidade esse ano: a confecção de papel a partir de sementes de grama .
Ecologicamente correto, o papel, depois de utilizado, é cultivado na terra como qualquer outra planta e brota. A iniciativa de reproduzir a idéia em Guarulhos partiu da socióloga Rosemeire de Almeida, monitora das oficinas de papel do Tear, para atender uma solicitação da rede Wal-Mart, cliente do projeto, que tomou conhecimento desta criação na Inglaterra. Diante do desafio, ela e o grupo de oficineiros realizaram várias experiências e chegaram ao produto final.
Rosemeire explica que o papel tem um tempo curto de decomposição, desfazendo-se na terra no período de 10 a 12 dias. “Como neste caso o papel é recheado com sementes de grama, estas permanecem vivas durante todo o processo de fabricação e de utilização do material. Por isso, plantamos papel e nasce grama”, ensina a monitora, que também produz papel a partir de fibras retiradas de folhas de alface, de cascas de cebola, do tronco da bananeira, do coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.
A diferença de produzir o papel com fibras e com sementes de grama está no tratamento químico, processo pelo qual a mais nova invenção não precisa passar. As vantagens são muitas, explica a monitora: “é uma prova viva de que as pessoas precisam reciclar, cuidar do meio ambiente e da natureza, porque ela sempre responderá positivamente”, ressalta.
O custo para produzir o papel a partir de sementes de grama é o mesmo da fabricação com fibras: equivale a aproximadamente noventa centavos por folha.
O material, assim como vários outros produtos confeccionados pelos pacientes atendidos pelo projeto, pode ser adquirido na sede do Tear, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, na rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, na Vila Moreira (Guarulhos).
Outra empresa fabricante do PAPEL SEMENTE,
O Grupo Eco traz ao mercado promocional uma novidade que vai brotar: o Papel Semente. O Papel Semente é um papel artesanal, 100% biodegradável, que quando plantado e cuidado corretamente, tem suas sementes germinadas e se transformam em hortaliças como rúcula, agrião e cenoura.
Na sua produção, fibras da bananeira são selecionadas, cortadas e fervidas e depois entram em processo de bateção, gerando assim a pasta para ser desenvolvido o papel. Em seguida, as sementes de hortaliças são incrustadas à pasta que se transformará em folhas de papel após serem prensadas e secas ao sol.
O Papel Semente é produzido por uma comunidade empreendedora e parceira do Grupo Eco em Itariri, no Vale do Ribeira em São Paulo gerando 16 empregos diretos. “Fiquei impressionada com a excelente receptividade que o papel teve em São Paulo, no evento de lançamento da nova linha de produtos do Grupo Eco. É muito gostoso receber tantos elogios e incentivos para nosso projeto” diz Genilda Morais, líder da comunidade de Itariri.
São inúmeras as possibilidades de uso desse papel, desde convites e envelopes, Kits Plante & Cultive, envelopes, até peças que podem ser criadas, desenvolvidas e customizadas com o Papel Semente.
Gostaria de adquirir , entre em contato: salveoplaneta@salveoplaneta.com















