O passo a passo de hoje vai mostrar como se faz um sousplat reutilizando vinil!

 

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http://www.anunciad.com.br/static_ad.jsp

Se você vendeu a vitrola e se atualizou completamente para o CD, aproveite essa dica e não deixe seus vinis ocupando espaço em casa e muito menos os jogue em qualquer lugar no meio ambiente. O “faça você mesmo” é uma dica do site EcoDesenvolvimento.

Materiais:

• Disco de vinil (de qualquer tamanho);
• Tecido;
• Cola branca;
• Pincel;
• Secador de cabelo;
• Viés.

1º passo: Cola

passo01.jpg

Com o pincel, passe uma camada de cola em um lado do vinil.

2º passo: Tecido

passo02.jpg

Depois, coloque o tecido sobre a cola e passe a mão para ficar bem liso.

3º passo: Secar

passo03.jpg

Quem tiver paciência, pode deixar a cola secar naturalmente. Os mais ansiosos podem utilizar o secador de cabelo para apressar a secagem.

4º passo: Cortar

passo04.jpg

Depois de seco, corte as pontas de tecido que sobrarem nas bordas e repita todos os passos anteriores no outro lado do vinil.

Luciana fez o outro verso com outro tecido, podendo variar o visual da mesa.

5º passo: Viés

passo05.jpg

Para fazer o acabamento, Luciana colou um viés na lateral do disco.

6º passo: Impermeabilizar

passo06.jpg

Para finalizar, ela passou uma camada de cola com água em toda a peça para impermeabilizar.

Está pronto!

capa.jpg

Fontes: Fujiro

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Agradecimentos as empresas que estão fazendo parte do projeto SALVE O PLANETA .

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Comedor para Animais feito de Garrafas PET.

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“Bombardeio” por um planeta melhor.

Seed Bomb é sem dúvida um dos projetos mais criativos já criados para reflorestar áreas devastadas. Desenvolvido pelos designers Hwang Jin Wook, Jeon You Ho, Han Kuk Il e Kim Ji Myung o Seed Bomb é um conceito de “bombas” feitas em plástico biodegradável que ao serem lançadas soltam cápsulas com sementes para recuperar áreas degradadas.

Cada cápsula possui um solo artificial contendo as sementes. Ao “bombardear” o solo a cápsula se prende ao terreno e mantém a planta viva até que a umidade produzida por ela derreta o plástico e a planta consiga se fixar no solo. Com uma “arma” destas ao nosso alcance, poderíamos transformar grandes áreas devastadas em lindas paisagens.

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Como realizar o Telhado de PET.

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Cortina de renda ? Fora de série essa cortina feita com o fundo de garrafas PET

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Deseja receber o projeto SALVE O PLANETA , fique por dentro vamos patrocinar esta idéia.

http://www.salveoplaneta.org – Organização Internacional em Sustentabilidade!

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Novos produtos sustentável no SALVE O PLANETA , adquira o seu e faça parte deste projeto.

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Em 2012 todos devemos ter uma ECO BAGS adquira a sua e faça parte do projeto SALVE O PLANETA !

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sacolas retornáveis ECO BAGS , peça a sua e faça parte do projeto SALVE O PLANETA !

Contato: ecobags@salveoplaneta.com ou ligue 11 5660 7335

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Paulistanos terão de viver sem sacolinhas a partir de janeiro!

Com ou sem lei (que está suspensa), São Paulo vai banir as sacolinhas plásticas a partir de 25 de janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No lugar, o consumidor terá de se virar com ecobags retornáveis, caixas de papelão, carrinhos de feira ou sacolas biodegradáveis de amido de milho, vendidas a R$ 0,19.

Apesar de a eficácia da medida dividir ambientalistas (falta infraestrutura para decompor as tais sacolas biodegradáveis), as redes varejistas, o governo e a Prefeitura de São Paulo juntaram forças para vencer as resistências –a reação inicial do consumidor foi ruim nas pioneiras Jundiaí e Belo Horizonte.

Os consumidores reclamavam de pagar R$ 0,19 por algo que recebiam de graça, explodiu o consumo de sacos de lixo e houve bate-boca de quem não tinha como carregar as compras –principal argumento para derrubar na Justiça leis como a de São Paulo.

Nos próximos dias, começa a campanha com propaganda na TV e sacolas retornáveis gigantes afixadas nas ruas (terá uma na avenida Paulista, região central).

Os supermercados compraram mais de 100 milhões de sacolinhas biodegradáveis e reforçaram as encomendas das retornáveis duráveis –novo negócio até para grifes como Osklen e Cavalera.

A ideia é que o consumidor substitua o plástico não pela similar biodegradável, mas pela durável. Em Jundiaí, somente 5% do consumo “ressurgiu” nas biodegradáveis.

O fim dos plásticos motiva grito geral da indústria, que fatura R$ 1,1 bilhão e ameaça demitir 6.000 pessoas. Provoca “guerra de laudos” de diferentes tecnologias verdes, que tentam demonstrar emissão menor de CO2.

A sacolinha plástica entope bueiro, polui mananciais e vai parar no estômago de peixes nos seus mais de cem anos de vida. Com a biodegradável ocorre a mesma coisa, só que por até dois anos –em usina de compostagem (há somente 300 no país), são seis meses.

De cara, os supermercados vão economizar R$ 72 milhões mensais –valor dos 2,4 bilhões de sacos gratuitos.

Segundo João Sanzovo, diretor da Apas (Associação Paulista de Supermercado), a economia é desprezível perto dos gastos com propaganda, educação, coleta seletiva e treinamento de equipes.

“A sacolinha é uma comodidade para o supermercado. O fato de não ter uma indústria de compostagem não tira o mérito dessa iniciativa, que vai puxar outras.”

Unilever e Procter investem em produtos como detergentes concentrados, que usam menos água e precisam de frascos menores. Os alimentos tendem a vir em embalagens com menos papel.

Para atender a indústria, a Braskem criou um plástico verde, a partir da cana, e emite menos carbono. Esse plástico será usado nas ecobags retornáveis.

Peça a sua sacola Eco Bag em nosso telefone ou e-mail , 11 5660 7335 ou ecobags@salveoplaneta.com

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Reciclagem da Sucata de Informática.

A desmanufatura permite recuperar metais, plásticos, vidros e outros componentes, além de metais preciosos de difícil separação que exigem alto grau tecnológico de metalurgia. Entretanto, são encontrados diversos elementos contaminantes, como fósforo, chumbo, cromo, cádmio e mercúrio, que requerem tratamento especial.
Existem soluções técnicas simples ou extremamente caras para o tratamento da sucata de informática, porém problemas relacionados à escala de custos, logística, legislação e cultura, dificultam o trabalho da reciclagem.

A agência de proteção ambiental dos Estados Unidos (EPA) alerta que 75% dos computadores em desuso nos Estados Unidos ainda estão armazenados em garagens e armários à espera de serem reutilizados, reciclados ou simplesmente jogados fora.

Um típico monitor de PC pode conter até 25% do seu peso em chumbo, por isso alguns estados dos EUA desenvolveram políticas que proíbem o descarte de qualquer lixo eletrônico, principalmente CRT’s (tubos de imagem), nos aterros sanitários.

Devido às fracas leis ambientais e trabalhistas, países da Ásia e África recebem e-waste muitas vezes ilegalmente, e usam métodos de incineração e eliminação descontrolada que, por conta do elevado grau de toxicidade de substâncias como o chumbo, mercúrio e cádmio, acabam por gerar graves problemas ambientais e de saúde pública.

Entre em contato conosco para retirada de sucata de informatica em sua empresa e faça parte deste projeto sustentável.

Contato: 11 5660 7335
E-mail: salveoplaneta@salveoplaneta.com

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Reciclagem

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A Flora!

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Conscientização e + AMOR ao PLANETA , colabore !

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Água

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Educação Ambiental e Sustentabilidade.

Num artigo publicado na revista Sustentabilidade, Walter Gonçalves de Souza diz algo claro; mas que, todavia, ainda parece estar distante da nossa realidade nos dias de hoje: “Para pensar em sustentabilidade, devemos primeiro pensar em uma educação ambiental voltada para a sustentabilidade”.

Uma frase simples e que encerra todo um conhecimento e uma constatação muito simples: Muitas pessoas ouvem constantemente falar sobresustentabilidade; mas na verdade muito poucas sabem como levar uma vida mais sustentável ou o que isso significa. Desta forma, a criação de uma mentalidade sustentável nas pessoas e nas empresas passa, a princípio, pela criação de uma rede que seja capaz de fornecer a educação ambiental necessária para o correto entendimento e a criação de uma cultura de sustentabilidade que se espalhe por todas as camadas da sociedade.

Iniciar a formação de uma mentalidade sustentável e fornecer os conhecimentos necessários para isso deve se iniciar desde a mais tenra infância e assim que as crianças consigam compreender os conceitos existentes por trás deste tema importantíssimo. Isso permitirá que num futuro próximo, essas crianças se transformem em multiplicadores e, em um tempo mais distante, em adultos conscientes e competentes para buscar métodos e modelos de vida que garantam a sustentabilidade de suas casas e asustentabilidade de suas cidades. Exercendo o seu poder de pressão e de decisão sobre as empresas e sobre toda a sociedade em que vivem.

Essa educação ambiental e os conceitos de sustentabilidade devidamente arraigados e cultivados nos corações e nas mentes das futuras gerações; proporcionarão o poder necessário as massas para que exerçam a capacidade de regular o mercado e garantir que os aproveitadores e espertalhões de plantão sejam severamente banidos; garantindo uma sobrevida apenas para as empresas que sigam os preceitos da sustentabilidade na fabricação de seus produtos ou no fornecimento de seus serviços, ou seja, uma empresa sustentável. Assim, o poder do indivíduo transbordará para toda a sociedade e ganhará força, cada vez maior, pressionando as corporações a cuidar melhor e proteger o meio ambiente em que se inserem.

Esta é, sem sombra de dúvidas, a característica mais essencial e mais positiva e que, evidentemente, mais garantirá a continuidade de uma boa condição de vida para as gerações futuras. Uma correta educação ambiental eliminará a idéia errônea e egoísta de que “estamos sós”. E provará, até para os mais céticos, que tudo está interligado e que cada ação, negativa ou positiva, tem seus reflexos no meio ambiente que nos cerca. Quando o ser humano entender isso e todas as sociedades voltarem-se para a importância que representa levar uma vida mais sustentável; o mundo deixará de correr o grave risco que hoje corre de uma aniquilação pelo esgotamento de sua capacidade de manter nossas vidas no ritmo atual de exigências e de consumo que imprimimos, e quem sabe conseguiremos ter um planeta sustentável.

Desde que o homem está sobre a terra, nós estamos consumindo e destruindo o ambiente que nos cerca e nos provém a vida. No entanto, nos dias atuais, já somos capazes de criar um entendimento e perceber que esse comportamento acabará por exterminar nossa sociedade e nossa raça. Temos, portanto, o dever de prover as gerações que se apresentam e as futuras, os meios necessários para compreender os desafios e os problemas e contribuir de forma decisiva para a solução e para a busca de novos horizontes quando o assunto é sustentabilidade ambiental.

E esta; pode acreditar, é uma decisão de vida ou de morte.

Matéria: http://www.ecologiaurbana.com.br/conscientizacao/educacao-ambiental-sustentabilidade/

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O jeito de apagar a luz!

Carlos Pachelli, dono da Trampoo, empresa paulistana de reciclagem de lâmpadas, quis entender melhor os motivos do crescimento de 2011 – a receita da Trampoo neste ano deve chegar a 2,7 milhões de reais, 30% mais que em 2010

*Maria Luisa Mendes – edição

Veja as razões apontadas por um estudo feito pela empresa:

 

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O MOTIVO DE CADA UM
Qual é a razão principal que leva os clientes da Trampoo a contratar o serviço de descarte de lâmpadas que a empresa oferece
44% – Obtenção de certificados de qualidade
34% – Rotina
20% – Política interna
2% – Exigência da legislação
Fonte Trampoo

NA PONTA DO LÁPIS:
A conta do espaço vazio
Uma pesquisa internacional feita pela Regus, administradora inglesa de escritórios, mostrou que cerca de 40% do espaço de trabalho fica ocioso. “É um consumo de recursos alto demais, sobretudo para as pequenas e médias empresas”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus no Brasil. “Adequar o espaço às necessidades e possibilidades da empresa pode reduzir custos.” Calcule o custo do desperdício .

*Com reportagem de Bruno Vieira Feijó, Camilla Ginesi, Carolina França, Christian Miguel e Katia Simões

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Scooter Elétrica KIN – Apoiamos 100% pról ao planeta mais sustentavel.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adquira a sua KIN ,  www.kinmotors.com.br

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Papel Semente uma novidade que vai brotar !

– Criado para promover a reinserção social de portadores de transtornos mentais por meio do trabalho, o Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, uma ação de responsabilidade social que reúne a iniciativa privada, o poder público e o terceiro setor (Pfizer, Prefeitura de Guarulhos e Associação Cornélia Vlieg) lançou uma novidade esse ano: a confecção de papel a partir de sementes de grama .

Ecologicamente correto, o papel, depois de utilizado, é cultivado na terra como qualquer outra planta e brota. A iniciativa de reproduzir a idéia em Guarulhos partiu da socióloga Rosemeire de Almeida, monitora das oficinas de papel do Tear, para atender uma solicitação da rede Wal-Mart, cliente do projeto, que tomou conhecimento desta criação na Inglaterra. Diante do desafio, ela e o grupo de oficineiros realizaram várias experiências e chegaram ao produto final.

Rosemeire explica que o papel tem um tempo curto de decomposição, desfazendo-se na terra no período de 10 a 12 dias. “Como neste caso o papel é recheado com sementes de grama, estas permanecem vivas durante todo o processo de fabricação e de utilização do material. Por isso, plantamos papel e nasce grama”, ensina a monitora, que também produz papel a partir de fibras retiradas de folhas de alface, de cascas de cebola, do tronco da bananeira, do coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.

A diferença de produzir o papel com fibras e com sementes de grama está no tratamento químico, processo pelo qual a mais nova invenção não precisa passar. As vantagens são muitas, explica a monitora: “é uma prova viva de que as pessoas precisam reciclar, cuidar do meio ambiente e da natureza, porque ela sempre responderá positivamente”, ressalta.

O custo para produzir o papel a partir de sementes de grama é o mesmo da fabricação com fibras: equivale a aproximadamente noventa centavos por folha.

O material, assim como vários outros produtos confeccionados pelos pacientes atendidos pelo projeto, pode ser adquirido na sede do Tear, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, na rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, na Vila Moreira (Guarulhos).

Outra empresa fabricante do PAPEL SEMENTE,

O Grupo Eco traz ao mercado promocional uma novidade que vai brotar: o Papel Semente. O Papel Semente é um papel artesanal, 100% biodegradável, que quando plantado e cuidado corretamente, tem suas sementes germinadas e se transformam em hortaliças como rúcula, agrião e cenoura.
Na sua produção, fibras da bananeira são selecionadas, cortadas e fervidas e depois entram em processo de bateção, gerando assim a pasta para ser desenvolvido o papel. Em seguida, as sementes de hortaliças são incrustadas à pasta que se transformará em folhas de papel após serem prensadas e secas ao sol.

O Papel Semente é produzido por uma comunidade empreendedora e parceira do Grupo Eco em Itariri, no Vale do Ribeira em São Paulo gerando 16 empregos diretos. “Fiquei impressionada com a excelente receptividade que o papel teve em São Paulo, no evento de lançamento da nova linha de produtos do Grupo Eco. É muito gostoso receber tantos elogios e incentivos para nosso projeto” diz Genilda Morais, líder da comunidade de Itariri.

São inúmeras as possibilidades de uso desse papel, desde convites e envelopes, Kits Plante & Cultive, envelopes, até peças que podem ser criadas, desenvolvidas e customizadas com o Papel Semente.

Gostaria de adquirir  , entre em contato: salveoplaneta@salveoplaneta.com

 

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PAULO FRANÇA do SOECONOMIA no II FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE: Terceiro Boletim (26 de março)

http://captacao.org/recursos/images/stories/so_economia_02.png http://www.soeconomia.com.br Agência Internacional de Notícias (*) Por PAULO FRANÇA (**) Publicado em 26/03/2011 – 10h35min (horário de Brasília) paulofranca@soeconomia.com.br twitter.com/soeconomia Cobertura Especial do II FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE em Manaus (Estado do Amazonas, Brazil) APOIO: TAM LINHAS AÉREAS EMPRESÁRIOS E PALESTRANTES DO 2° FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE FALARAM SOBRE INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS NAS EMPRESAS Adoção de combustíveis limpos e investimentos em tecnologias alternativas estão entre as características das companhias do futuro, segundo especialistas que participaram do evento O debate sobre as alternativas para os problemas enfrentados pela iniciativa privada no que se refere ao meio ambiente deu o tom das discussões de ontem (25/3) no 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade, realizado pela Seminars e promovido pelo LIDE (Grupo de Líderes Empresariais), em Manaus (AM). Pela manhã, quatro workshops abordaram soluções para temas como água e florestas, construções, conservação das florestas e descarbonização da economia.

http://www.soeconomia.com.br

 

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60 MINUTOS PARA O NOSSO PLANETA.

www.youtube.com

This Earth Hour 2011: 8.30pm, Saturday 26 March, celebrate your action for the planet with the people of world, and add more to your Earth Hour. From its inception as a single-city initiative — Sydney, Australia – in 2007, Earth Hour has grown into a global symbol of hope and movement for change.

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FÓRUM MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE ocorrerá no HOTEL TROPICAL em MANAUS de 24 a 26 de março de 2011

Fonte: Agência Internacional de Notícias SOECONOMIA

Por PAULO FRANÇA

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O futuro do nosso MAR com tanto derramamento de petrólio.

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Papel Semente uma novidade que vai brotar !

– Criado para promover a reinserção social de portadores de transtornos mentais por meio do trabalho, o Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, uma ação de responsabilidade social que reúne a iniciativa privada, o poder público e o terceiro setor (Pfizer, Prefeitura de Guarulhos e Associação Cornélia Vlieg) lançou uma novidade esse ano: a confecção de papel a partir de sementes de grama .

Ecologicamente correto, o papel, depois de utilizado, é cultivado na terra como qualquer outra planta e brota. A iniciativa de reproduzir a idéia em Guarulhos partiu da socióloga Rosemeire de Almeida, monitora das oficinas de papel do Tear, para atender uma solicitação da rede Wal-Mart, cliente do projeto, que tomou conhecimento desta criação na Inglaterra. Diante do desafio, ela e o grupo de oficineiros realizaram várias experiências e chegaram ao produto final.

Rosemeire explica que o papel tem um tempo curto de decomposição, desfazendo-se na terra no período de 10 a 12 dias. “Como neste caso o papel é recheado com sementes de grama, estas permanecem vivas durante todo o processo de fabricação e de utilização do material. Por isso, plantamos papel e nasce grama”, ensina a monitora, que também produz papel a partir de fibras retiradas de folhas de alface, de cascas de cebola, do tronco da bananeira, do coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.

A diferença de produzir o papel com fibras e com sementes de grama está no tratamento químico, processo pelo qual a mais nova invenção não precisa passar. As vantagens são muitas, explica a monitora: “é uma prova viva de que as pessoas precisam reciclar, cuidar do meio ambiente e da natureza, porque ela sempre responderá positivamente”, ressalta.

O custo para produzir o papel a partir de sementes de grama é o mesmo da fabricação com fibras: equivale a aproximadamente noventa centavos por folha.

O material, assim como vários outros produtos confeccionados pelos pacientes atendidos pelo projeto, pode ser adquirido na sede do Tear, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, na rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, na Vila Moreira (Guarulhos).

Outra empresa fabricante do PAPEL SEMENTE,

O Grupo Eco traz ao mercado promocional uma novidade que vai brotar: o Papel Semente. O Papel Semente é um papel artesanal, 100% biodegradável, que quando plantado e cuidado corretamente, tem suas sementes germinadas e se transformam em hortaliças como rúcula, agrião e cenoura.
Na sua produção, fibras da bananeira são selecionadas, cortadas e fervidas e depois entram em processo de bateção, gerando assim a pasta para ser desenvolvido o papel. Em seguida, as sementes de hortaliças são incrustadas à pasta que se transformará em folhas de papel após serem prensadas e secas ao sol.

O Papel Semente é produzido por uma comunidade empreendedora e parceira do Grupo Eco em Itariri, no Vale do Ribeira em São Paulo gerando 16 empregos diretos. “Fiquei impressionada com a excelente receptividade que o papel teve em São Paulo, no evento de lançamento da nova linha de produtos do Grupo Eco. É muito gostoso receber tantos elogios e incentivos para nosso projeto” diz Genilda Morais, líder da comunidade de Itariri.

São inúmeras as possibilidades de uso desse papel, desde convites e envelopes, Kits Plante & Cultive, envelopes, até peças que podem ser criadas, desenvolvidas e customizadas com o Papel Semente.

Gostaria de adquirir  , entre em contato: salveoplaneta@salveoplaneta.com

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Greenpeace | Iceberg?

iceberg_greenpeace

Com o aquecimento global, já não é mais novidade para ninguém que as geleiras estão derretendo. Nesse filme, o Greenpeace mostra de forma trágica uma das consequências desse grave problema que compromete todo o planeta. Confira:

Parabéns ao GREENPEACE PELO VIDEO.

Cristiano Canuto

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Cadeirão para bebês feito de papelão.

O fabricante, o designer australiano Anthony Dan, garante que o produto é resistente. Saiba mais

Simone Tinti

  Reprodução

Um designer australiano inventou mais uma maneira de estimular os pais a serem consumidores conscientes. Como alternativa aos tradicionais cadeirões, Anthony Dan, responsável pela marca eco Paper Tiger, criou um modelo especial, feito de papelão reciclado.

E você deve estar pensando que um cadeirão feito de papelão deve ser frágil, mas o fabricante garante que o produto é resistente. Com estruturas triangulares de dobras, também se mostra fácil de guardar, transportar e de ser montado novamente. Outra vantagem: o cadeirão pode ser personalizado da maneira que você – e seu filho – quiser. Só fique atento aos sucos e às papinhas que serão derramadas pela criança na hora da refeição…

Para mais informações sobre vendas pela internet, consulte o site da empresa.

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Combustível Verde .

Biocombustível para 2010.

17. Combustível verde

As principais apostas de fontes energéticas que, em três décadas, devem substituir o petróleo

Depois da descoberta do pré-sal, pouco se escuta falar do biocombustível. Porém, ele ainda é a “bola da vez” para o Brasil, além de, diferentemente das futuras plataformas de petróleo, já ser uma realidade. Isso porque a produção de etanol, derivado do álcool, está consolidada, o que fez com que o país ganhasse status no mercado internacional.

Já com o biodiesel, derivado de óleo vegetal, o Brasil comemora o fato de ser o terceiro maior produtor e consumidor do mundo, com uma produção anual de 1,2 bilhão em 2008.

A capacidade de produção do combustível alcançou, em janeiro, 3,7 bilhões de litros. Hoje, a gasolina consumida no Brasil tem entre 20% e 25% de etanol, e o diesel é composto por 4% de biodiesel, o que melhora a qualidade dos combustíveis e contribui, mesmo que, ainda, em pequena escala, para a redução de emissões de gases na atmosfera. Até quinta-feira (24/12), o Correio publica uma série sobre as novas opções de energia, que devem dominar, num futuro próximo, o mercado dos combustíveis.

O álcool proveniente da cana de açúcar tem sido o biocombustível número 1 na política brasileira de incentivo a energias alternativas ao petróleo. Sua principal vantagem é a menor poluição que causa, em comparação aos combustíveis derivados do petróleo.

“A cana é um produto completo porque produz açúcar, álcool e bagaço, cujo vapor gera energia elétrica”, explica Ricardo Dornelles, diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME).

Contudo, possui diversas desvantagens, como o fato de não resolver o problema da dependência do petróleo. A saída é o uso do etanol de segunda geração, onde a matéria-prima para a formação do biocombustível é proveniente da celulose.

Fonte infinita

Segundo Marcelo Ayres, pesquisador da Embrapa envolvido no projeto, essas matérias-primas podem ser uma fonte infinita. “O processo nos permite fazer etanol de tudo que tenha tecido vegetal. Por exemplo, folha e tronco de árvore, palha, e até lixo orgânico.” De acordo com Dornelles, o bagaço da cana de açúcar seria o grande potencial de matéria-prima para a produção de etanol de segunda geração.

“O bagaço é uma matéria-prima que já está pronta – já foi colhida, tratada, e existe em grande quantidade. Com isso, vamos, sem plantar um pé de cana a mais, dobrar a produção de álcool, só usando resíduo da própria cana”, diz. O projeto para o etanol de segunda geração já foi aprovado e conta com pesquisa de mais de 20 instituições, entre públicas e privadas. O governo acredita que depois de cinco anos de pesquisa, essa tecnologia será realidade.

O biodiesel, por sua vez, já está presente nos postos de combustíveis brasileiros, na proporção de 3%, misturado ao óleo diesel. Uma das vantagens dessa fonte de energia é sua origem diversificada. Pode ser obtida a partir do processamento de diversos óleos vegetais – girassol, soja, pinhão manso, mamona, palma, dentre outros. É ele que tem possibilidade real de substituir quase todos os derivados do petróleo sem modificação nos motores, eliminando a dependência do chamado “ouro negro”.

Além de ser naturalmente menos poluente, o biodiesel reduz as emissões poluentes dos derivados de petróleo (em cerca de 40%, sendo que seu potencial cancerígeno é cerca de 94% menor que os derivados do petróleo). Também possui elevada capacidade de lubrificar as máquinas ou motores, reduzindo possíveis danos, é seguro para armazenar e transportar porque é biodegradável, não tóxico e não explosivo nem inflamável à temperatura ambiente.

Como se não bastasse, ele não contribui para a chuva ácida, por não apresentar enxofre em sua composição, e permite dispensar investimentos em grandes usinas, ou linhas de transmissão, para atendimento local de energia em regiões com pequena demanda.

Entretanto, sua produção esbarra na matéria-prima. A soja é a oleaginosa mais utilizada atualmente para produção do biodiesel. Porém, como ela é uma commodity, a produção se torna cara. Contudo, pesquisas mostram que outras plantas têm grande potencial, até maior que o da soja. Entre elas, estão o pinhão manso, a mamona, o dendê, o girassol, a palma e a macaúba.

De todas, a mais produtiva é a palma. “Ela tem um volume de óleo quatro vezes maior que a soja”, esclarece Dornelles. O problema, entretanto, é que a palma é uma cultura que leva seis anos para produzir. O pinhão-manso também é uma aposta. Segundo Dornelles, ele tem uma produtividade maior, com custos menores, por ser uma planta rústica.

“O pinhão-manso já tem alguns anos de pesquisa, e se mostra a matéria-prima com maior possibilidade de ser implantada.” Todavia, o conhecimento sobre a cultura dessas plantas nativas ainda é incipiente e a tecnologia para utilização precisa de muitos estudos para ser mais viável economicamente.

Desafios

Em entrevista ao Correio, Marco Antônio Martins Almeida, secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, fala sobre a substituição do combustível fóssil pelo biocombustível, da sua qualidade no Brasil e os desafios para colocar de vez o biocombustível no mundo.

Almeida também comenta sobre a questão da competição entre alimentos e etanol e sua produção sustentável.

Leia a entrevista:

– Como é a qualidade da produção do biocombustível no Brasil?

É de excelente qualidade. O álcool e o etanol melhoram a qualidade da gasolina. A gasolina misturada ao etanol pode ser mais fraca que a comum e, exatamente ao ser misturada ao etanol, o produto final fica com uma qualidade superior. O nosso biodiesel também é de excelente qualidade. Com ele, se reduz a emissão de enxofre e de alguns particulados, além de melhorar a qualidade do combustível fóssil no qual está sendo misturado. Não há dúvidas: a mistura com combustível vegetal é sempre benéfica em termos de emissões e qualidade de produto.

– O biocombustível pode vir a substituir o combustível fóssil?

Acredito que sim, mas o problema é saber quando isso vai acontecer. Essa substituição total será a longo prazo, diria que em uns 30 anos. Também vai depender de como será o crescimento desse mercado. Se, por um lado, o biocombustível é renovável, por outro, ele tem algumas limitações em termos de área. É evidente que estaremos sempre ganhando tecnologia para aumentar a produtividade, mas é o tempo que vai dizer quando será possível a substituição total. A princípio, não existe uma meta para isso, e também não entendemos que seja adequado estabelecê-las, pois estamos em período de experimentação.

– Quais são os desafios nas rodadas de negociação sobre comércio mundial?

Primeiro, é transformar os biocombustíveis numa commodity internacional, para que, num momento de escassez, haja outro mercado para suprir. Para que o biocombustível seja o mais usado no mundo e tenha melhor qualidade, é preciso ter garantia de mercado. O segundo é reduzir o custo de produção. Alguns biocombustíveis ainda não têm escala de produção e, portanto, não têm condição de competir por enquanto com os combustíveis fósseis. Há uma preocupação e uma tendência de redução de custo de produção, de tal maneira que os biocombustíveis possam competir de maneira igual com os fósseis.

– Como fazer a produção sustentável de modo a não emitir mais poluentes no processo de produção?

Primeiro, com o uso de máquinas na lavoura, movidas a biocombustível. Com isso, não há emissão de gases na atmosfera. Vamos ter, quando muito, a emissão promovida pelo preparo do solo para o plantio. Porém, com novas práticas agrícolas, como o plantio direto, esse pequeno volume de emissão de gases no processo produtivo está sendo reduzido. As usinas de álcool, por exemplo, utilizam o bagaço de cana para a geração de energia elétrica. Então, essa energia também não é poluente.

– A produção do etanol pode afetar a de alimentos?

Não. Há uma quantidade enorme de áreas no Brasil que não estão sendo aproveitadas, ou estão sendo subaproveitadas, e o etanol tende a ir para essas áreas. Por outro lado, temos um volume de área plantável no Brasil enorme. Para se ter um ideia, a nossa área plantada de cana para etanol é de 4 milhões de hectares, a plantável é de 90 milhões de hectares. Desses, 64 milhões são voltados só para o plantio da cana. Isso quer dizer que posso multiplicar em 16 vezes a área plantada sem afetar em nada a área que está sendo utilizada para outras culturas. Então, não existe a possibilidade de, nas próximas décadas, a produção de etanol de alguma forma competir com a produção de alimentos, e, menos ainda, com a destruição de florestas porque elas estão em uma área inapropriada para a produção de etanol.

(Silvia Pacheco)

(Correio Braziliense, 21/12)

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Móveis em papel reciclado – Sustentabilidade.

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Biodiesel no Jornal Nacional

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Energia Eólica já ouviu falar?

Energia Eólica

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Consumo de carne prejudica meio ambiente apontando a pecuária como o principal agravante do Aquecimento Global. Parte 1

Documentário que retrata as conseqüências do consumo da carne principalmente em relação ao meio ambiente, apontando a pecuária como o principal agravante do Aquecimento Global, até mesmo mais responsável pela devastação ambiental do que todos os meios de transporte do planeta juntos, segundo dados do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas). É uma resposta ao documentário “An Inconvenient Truth” (Uma Verdade Incoveniente), protagonizado por Al Gore, que trata de muitas causas do Aquecimento Global, mas que deixa a questão da pecuária de lado (por motivos políticos). Também aborda questões sócio-político-econômicas como a questão alimentar e surpreende quando prova que a pecuária é responsável direta pela fome no planeta. Assista e se surpreenda com o que somos capazes de prevenir apenas transformando nossos hábitos alimentares, mesmo que não completamente.

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Cemitério na Espanha é fonte de energia solar para a cidade

 

Nos arredores de Barcelona, na Espanha, existe um povoado chamado Santa Coloma de Gramenet, onde as pessoas são muito trabalhadoras e onde nos mausoléus de seu cemitério colocaram painéis solares, tornando desse jeito um lugar de descanso perpétuo num centro de energia virtualmente inesgotável.

A energia gerada pelos 462 painéis, equivalente à consumida anualmente por 60 casas, é enviada à rede local para seu consumo público.

Os painéis, que apontam para o sul para assim captar a maior parte da luz do Sol entraram em funcionamento na quarta-feira da semana passada, marcando o início de um projeto que demorou três anos em ser implementado.

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Recarregue seu notebook dentro da mala



A Voltaic System anunciou uma mala para notebook que faz sua recarga através de painéis solares.

Em uma hora de sol, a mala recarrega seu notebook por 20 a 45 minutos, o que é bastante considerando as gambiarras solares que vemos por aí. E, além de recarregar notebooks, a mala ainda pode recarregar celulares, câmeras e qualquer outro gadget que você queira.

O preço de U$499 (R$1222,00) não agrada muito o consumidor padrão de notebooks, mas para quem tem grana nesta crise, vale a pena a aquisição!

Link: Voltaic Generator solar bag now shipping, capable of charging a laptop (BoingBoing)

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Empresas da Alemanha investirão 560 bilhões de euros em painéis solares no Saara

solarVinte empresas da Alemanha, que se juntarão no mês de julho sob o nome de Desertec, planejam gerar energia solar no norte da África para as necessidades energéticas da Europa.

560 bilhões de euros para construir painéis solares e desenvolver a estrutura necessária para um projeto que, até agora, apenas era uma boa teoria.

A informação foi publicada no jornal alemão, onde especificam que os painéis ficarão em vários países do norte africano ocupando parte do enorme deserto do Saara.

Torsten Jeworek, membro da empresa de seguros Munich Re, acredita que Espanha e Itália também poderão formar parte do projeto, assim como falou de sinais positivos do norte da América.

O projeto poderia fornecer o 15% da energia necessária no continente europeu e poderia ser realizado em “apenas” 10 anos.

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Como gelar sua cerveja usando o sol?

Geladeira  solar

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