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Energia que vem do Oceano.

As enormes “serpentes” geram energia através do balanço do mar

luz que vem do mar
Okeanós: energia no balanço das ondas
Portugal tem projeto experimental – Okeanós – que produz energia a partir do movimento das ondas

Rafael Tonon – edição
Revista Vida Simples – 11/2009

Quem passa por Póvoa de Varzim, cidade do litoral norte de Portugal, avista no horizonte três enormes “serpentes marinhas” vermelhas a boiar no mar. Elas são, na verdade, geradores de energia formados por grandes tubos de aço articulados com 37 metros de comprimento cada um. Ao oscilar como cobras com o quebrar das ondas, os geradores acionam as turbinas e produzem energia (enviada à terra por cabos submarinos) sufi ciente para abastecer 1500 casas.

E essa é apenas a fase experimental do projeto batizado Okeanós, o primeiro parque mundial que aproveita o movimento das ondas – e não o sobe e desce das marés, como é mais comum – para gerar energia. Até o fi m de 2011, espera-se que 28 serpentes (ou geradores) estejam em ação
para poder iluminar a vida de cerca de 250 mil habitantes da cidade, através de uma fonte limpa, renovável e ainda capaz de poupar ao meio ambiente 60 mil toneladas de dióxido de carbono por ano. Tudo só com o doce balanço do mar….

luz que vem do mar

Okeanós: energia no balanço das ondas

Portugal tem projeto experimental – Okeanós – que produz energia a partir do movimento das ondas

Rafael Tonon – edição
Revista Vida Simples – 11/2009

Quem passa por Póvoa de Varzim, cidade do litoral norte de Portugal, avista no horizonte três enormes “serpentes marinhas” vermelhas a boiar no mar. Elas são, na verdade, geradores de energia formados por grandes tubos de aço articulados com 37 metros de comprimento cada um. Ao oscilar como cobras com o quebrar das ondas, os geradores acionam as turbinas e produzem energia (enviada à terra por cabos submarinos) sufi ciente para abastecer 1500 casas.

E essa é apenas a fase experimental do projeto batizado Okeanós, o primeiro parque mundial que aproveita o movimento das ondas – e não o sobe e desce das marés, como é mais comum – para gerar energia. Até o fi m de 2011, espera-se que 28 serpentes (ou geradores) estejam em ação
para poder iluminar a vida de cerca de 250 mil habitantes da cidade, através de uma fonte limpa, renovável e ainda capaz de poupar ao meio ambiente 60 mil toneladas de dióxido de carbono por ano. Tudo só com o doce balanço do mar….

Quem passa por Póvoa de Varzim, cidade do litoral norte de Portugal, avista no horizonte três enormes “serpentes marinhas” vermelhas a boiar no mar. Elas são, na verdade, geradores de energia formados por grandes tubos de aço articulados com 37 metros de comprimento cada um. Ao oscilar como cobras com o quebrar das ondas, os geradores acionam as turbinas e produzem energia (enviada à terra por cabos submarinos) sufi ciente para abastecer 1500 casas.

E essa é apenas a fase experimental do projeto batizado Okeanós, o primeiro parque mundial que aproveita o movimento das ondas – e não o sobe e desce das marés, como é mais comum – para gerar energia. Até o fi m de 2011, espera-se que 28 serpentes (ou geradores) estejam em ação
para poder iluminar a vida de cerca de 250 mil habitantes da cidade, através de uma fonte limpa, renovável e ainda capaz de poupar ao meio ambiente 60 mil toneladas de dióxido de carbono por ano. Tudo só com o doce balanço do mar….

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